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Assim como no milagre nas Bodas de Caná, Jesus continua a conceder suas graças para muitos matrimônios. Por isso alegremo-nos ao apresentar este livro que foi elaborado com muita oração e dedicação para aqueles que desejam viver ou que já vivem  o dom matrimonial.

Matrimônio encontros de preparação” é um livro que propõe reflexões profundas, dinâmicas e outros sobre a vida matrimonial. Nele encontramos atividades para o casal, temas para os encontros, ou seja, propostas para uma frutuosa partilha!

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“A preparação para o casamento antes de ser uma exigência pastoral é uma necessidade de todos os que buscam a felicidade no amor conjugal. Este livro traz a proposta da Pastoral Familiar que tem sido um instrumento de evangelização de muitos casais na preparação matrimonial, transformando vidas e tecendo um futuro mais sólido! Acreditamos que através dele teremos noivos mais conscientes de sua vocação, abraçando com alegria a missão de, como família, ser ‘Sal da terra e Luz do mundo’ e mostrando para a sociedade a diferença que faz viver em família segundo o modelo da Sagrada Família de Nazaré.”

Dom João Bosco - Bispo da Diocese de Osasco

Ex-Presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Para a Vida e Família - CNBB

“A metodologia consiste em preparar vários encontros e que sejam dialogais. Os noivos se deixam envolver muito mais, com maior confiança e segurança.”

Dom Wilson Tadeu

Arcebispo da Arquidiocese, de Florianópolis

“É uma metodologia que torna mais suave, mais atraente e mais dinâmica a preparação para a vida matrimonial pois tira aquele aspecto de aula que torna cansativo a preparação .”

Dom Antônio Augusto

Bispo Auxiliar, da Arquidiocese do Rio de Janeiro

Eramos da equipe anterior, esta preparação é mais valiosa, os noivos tem maior aprendizado e participação. Tivemos dois casais que fizeram os onze encontros, acompanhados individualmente. Estes não puderam esperar para fazer junto com o grande grupo. Gostaram bastante, até um deles mudou de opinião ao invés de terem somente um filho decidiram ter dois, este encontro mudou a visão deles. Sinto que estamos fazendo o que Deus nos pede!

Giovani e Luciana

“Parabéns pelo lindo trabalho pelas futuras famílias!”

Este método é ótimo pois além de ensinarmos o correto para os noivos, nós também temos a oportunidade de melhorarmos cada dia mais, pois aprendemos muito com o livro, inclusive amadureceu em nós a vontade de termos mais filhos, hoje temos 2 filhos, entre outras coisas que já mudamos na nossa vida.

Jucielli Wille


Perguntas Frequentes


"Qual a época ideal para os Encontros de Preparação para a Vida Matrimonial?"

“A preparação daqueles que já formalizaram o noivado, quando a comunidade paroquial consegue acompanhá-los com bom período de antecipação, deve dar-lhes também a possibilidade de individuar incompatibilidades e riscos.” (AL, 209).

Os EPVM são parte do discernimento do casal e o ideal que o casamento seja marcado após a realização dos encontros que oferecem melhores resultados quando realizados no início do noivado ou até mesmo antes dele, quando o casal de namorados firmes planeja noivar. Contudo, não sendo possível desta forma, o recomendado é que se programem para encerrar os encontros com a antecedência mínima de seis meses da data do casamento.

"A equipe de serviço e formação, deve ser maior para atuar neste modelo de encontro?"

Acredito que não. A equipe pode ser menor, pois um casal bem intencionado e de confiança do pároco já pode começar a acompanhar os noivos, após um estudo do material e formação. Locais que não conseguem formar equipe de agentes já podem oferecer os encontros com alguns casais dispostos a acolher os noivos.

“E os casais que coabitam, (vivem juntos e constituem famílias), também podem fazer os encontros de preparação para a vida matrimonial?”

Não só podem, como devem. Quando a Igreja fala em se preparar para a vida matrimonial, não faz distinção entre os casais que moram e os que não moram juntos, do ponto de vista de catequese para o discernimento e preparação para o Matrimônio. De fato, todos estão na condição de noivos. O fato de viverem em união de fato ou possuírem o casamento civil, por si só, não reduz a necessidade de uma aprofundada catequese matrimonial que lhes ofereça conteúdo para reflexão e discernimento aprofundados. Neste aspecto, as celebrações comunitárias ou coletivas do Matrimônio, que oferecem excelentes oportunidades de regularização da vida sacramental, se destacam positivamente por flexibilizar e favorecer em diversos aspectos, mas não devem constituir, por via de regra, caminhos de flexibilização de uma preparação aprofundada como orienta a Igreja. Em alguns casos é realidade que os casais coabitantes podem ser dispensados de longa preparação, mas isto depende de seguro discernimento pastoral, do pároco ou da pessoa encarregada do acompanhamento destes casais.

"Como fazer várias reuniões com os casais que moram em cidades diferentes?"
Havendo a devida antecipação, é possível que sejam marcados encontros com eles com maiores espaços de tempo, mesmo que sejam de várias semanas, coincidindo com as datas nas quais o casal se encontram. Esta é mais uma questão de organização da pastoral que se preocupa e se esforça para acompanhar cada casal, seja também em um tratamento mais personalizado. Contudo, outras estratégias como a realização de mais de um tema por encontro são de definição da equipe. Mas não podemos esquecer que o fato de se fazer um tema por encontro e haver espaço de no mínimo uma semana entre os encontros têm objetivos claros, como o discernimento e criação de vínculo entre agentes e noivos.
"Se a orientação é que os encontros sejam feitos no início do noivado ou até mesmo durante um namoro firme, qual deve ser o prazo de validade do certificado?"
Não encontramos significado para tal validade quando um casal frequenta os encontros e se mantém unidos na caminhada para o Matrimônio. De forma objetiva, o casal que segue o noivado após ter realizado os EPVM demonstra ter alcançado os objetivos, ainda que o noivado se estenda por alguns anos. E, considerando que a antecipação é ponto importante para a eficácia dos encontros, sugerimos que não haja validade para o certificado emitido pelas equipes de preparação. De modo complementar, procure-se oferecer momentos de reflexão e formação, mesmo que em forma de palestras, para todos os casais de namorados e noivos, que podem ser frequentados por todos, tenham ou não já participado dos EPVM. Além disso, nos meses ou semanas que antecedem o casamento, deve ser ofertada a Preparação Imediata, conforme nos orienta os documentos pontifícios e que pode ser conhecida nos outros subsídios da CNPF.
"Qual a época ideal para os Encontros de Preparação para a Vida Matrimonial?"

Os encontros devem ajudar os noivos a optarem livre e conscientemente pelo sacramento do Matrimônio ou tomarem a decisão de adiar ou romper o relacionamento, caso concluam não estarem preparados ou não ser esta a vocação de um dos noivos ou mesmo do casal. Esse objetivo fica comprometido quando os noivos frequentam os encontros em data próxima ao casamento, ainda que os encontros sejam profundos e de grande reflexão. Tanto a capacidade de reflexão do casal quanto a eventual ruptura de um relacionamento se tornam mais difíceis com a proximidade da data da celebração. O Papa Francisco, na Amoris Laetitia, nos orienta que a antecipação da preparação favorece o casal na identificação de incompatibilidades e riscos ao Matrimônio:
“A preparação dos que já formalizaram o noivado, quando a comunidade paroquial consegue acompanhá-los com bom período de antecipação, deve dar lhes também a possibilidade de individuar incompatibilidades e riscos.” (AL, 209)
Os encontros são parte do discernimento do casal e o ideal que o casamento seja marcado após a realização dos encontros que oferecem melhores resultados quando realizados no início do noivado ou até mesmo antes dele, quando o casal de namorados firmes planeja noivar. Contudo, não sendo possível desta forma, o recomendado é que se programem para encerrar os encontros com a antecedência mínima de seis meses da data do casamento.

"Após avaliar o encontro 5 percebi que para viver a fé no dia a dia da família é necessário ter anunciado o Amor de Deus, a boa nova que é Jesus e seu projeto de salvação."
Também estamos inteiramente de acordo da necessidade de anunciar (e testemunhar) o Amor de Deus através do querigma. Assim, acreditamos também que seja possível incluir encontros ou em uma parceria com a equipe de catequese de adultos ou movimentos e serviços de casais/famílias em que os noivos sejam convidados para participar.Quando as dioceses conseguirem avançar para além dos 11 encontros pensando em formação de um ano inteiro, será possível contemplar outras dimensões da catequese matrimonial.
"Este método é possível a todas as realidades paroquiais? Não seria somente para paróquias com uma equipe de agentes mais numerosa?"
Acreditamos que o modelo de encontros feitos em encontros frequentes seja, de fato, o caminho para realizar uma verdadeira catequese pré-matrimonial. Contudo, sabemos que há realidades mais desafiadoras que outras, embora estejamos convictos de que a Igreja não recomenda algo impossível. A adequação da estrutura pode ser um processo lento a depender de resistências, inércias ou também de equalização de variáveis específicas. Nestes casos, que não pode ser resultado de comodismo, pode ser necessário manter por certo tempo a estrutura de palestras condensadas em poucos dias, como único recurso de preparação para o Matrimônio, como um estado de exceção diante das claras recomendações da Igreja. Conhecemos muitas dioceses e paróquias, sejam metrópoles, sejam cidades pequenas e até mesmo comunidades rurais a centenas de quilômetros da matriz que conseguem ofertar os encontros, pois basta que haja um casal comprometido disposto a atender noivos e a preparação pode acontecer.
"É preciso organizar grupos separados para noivos que coabitam e noivos que não coabitam?"

Não acredito que seja necessário e cito dois motivos. Um motivo é que os grupos mistos são ricos em partilhas. Algumas pessoas pensam que os casais que coabitam podem influenciar os noivos jovens a fazerem primeiro a experiência da coabitação. Mas isto fica garantido pela doutrina do material que não condena que viveu ou vive assim, mas não deixa de mostrar o plano de Deus que passa pelo noivado casto como discernimento para o Matrimônio. Em vários temas, os casais que coabitam há anos podem auxiliar os mais jovens e, por outro lado, os jovens que vivem a castidade podem mostrar que isso não é utopia, mas real possibilidade.

O segundo motivo é que temos a tentação em fazer grupos e grupos. Primeiro dividimos os casais que coabitam dos que não  coabitam. Depois vamos separar os que coabitam sem filhos e os que possuem filhos. Depois vamos separar os que têm filhos adultos dos que têm filhos crianças etc. A fragmentação não terminaria nunca.

"Os conteúdos do livro são direcionados apenas para os noivos que não moram juntos?"

Não. Os conteúdos constituem a base mínima de catequese para toda e qualquer pessoa que planeja assumir o Matrimônio. Pode ser que os casais que coabitam há anos tenham vivência e opiniões formadas sobre alguns temas, especialmente sobre diálogo, educação de filhos etc. Mas é sempre válido ter uma partilha sobre todos os temas e tocar nos assuntos mostrando as recomendações da Igreja, que muitas vezes lhes faltam.

"Havendo situação em que a preparação precise ser feita em menos tempo, a metodologia ainda irá funcionar? Seria preferível fazer assim a não fazer?"

A realidade paroquial é bem variada e alguns casos especiais surgem mesmo. Neste momento, o que importa é dosar bem a capacidade de atendimento com a caridade pastoral. Esta não significa atender à todas as demandas dos casais, mas pensar como é possível oferecer a eles a preparação próxima de forma que seus objetivos sejam alcançados.
Já tivemos realidades onde foi mesmo necessário fazer mais de um encontro por semana e situações onde fizemos a preparação condensada em dois ou três fins de semana. Ainda aconteceu de fazermos alguns encontros presencialmente e outros, mais simples, serem feitos pelos casais, que depois enviaram seus comentários e atividades. Já tivemos notícias de agentes que fizeram alguns encontros via Skype.
Realidades como casais que decidem antecipar o casamento por motivos profissionais, como ter sido aprovado em concurso e assumir o cargo em local distante, são exemplos de demandas para atendimento diferenciado. Aí é que se faz presente a postura de catequistas, que se desdobram para atender os catequizandos em dias e horários alternativos.
Também há os casais que “namoram à distância” ou seja, vivem em cidades distantes. Para estes, primeiramente, fica a preocupação de estarem se conhecendo a ponto de assumirem o Matrimônio. Mas, do ponto de vista da preparação próxima, pode-se pensar em aproveitar os momentos em que se encontram, mesmo que sejam esporádicos, para realizar alguns encontros e administrar outros à distância.
No caso de atendimentos condensados, como em um fim de semana, sabemos que estes cumprem apenas parcialmente os objetivos, pois não geram vínculo entre agentes e noivos, permitindo o acompanhamento. Uma sugestão é que recebam o livro previamente e estejam com o livro lido e atividades feitas para este fim de semana, que valerá como um aprofundamento. Ainda assim, que os agentes busquem formas de acompanhá-los, criando outros momentos de convívio e discussão de temas. Aliás, a participação de casais do setor pós matrimonial nestes momentos é importante para “receber” os noivos e também criar dinâmicas para acompanhá-los.
Veja que há múltiplas formas, mas sempre deve ter a concordância do pároco, que deve estar convencido de que o casal que demanda atendimento diferenciado tem o firme propósito de buscar o sacramento do Matrimônio e que não é o mero cumprimento de um costume.

"Qual o perfil adequado para que alguém seja um agente de preparação para o Matrimônio?"

Como perfil sugerido, a depender das orientações do pároco, entendemos que podem e devem colaborar os casais unidos pelo sacramento do Matrimônio, mas também os solteiros e os religiosos consagrados, bem como os viúvos. Estes, especialmente, já viveram o Matrimônio e podem dar grandes contribuições. De forma geral precisam amar a Igreja e valorizar o sacramento do Matrimônio.

Os agentes devem ser, sobretudo, fiéis católicos que saibam ser enviados pela Igreja e “sejam pessoas de doutrina segura e fidelidade indiscutível ao Magistério da Igreja” (Preparação para o Sacramento do Matrimônio, Pontifício Conselho para a Família, 1996, parágrafo 43).

Os agentes não são, necessariamente, membros da Pastoral Familiar. Podem ser membros dos diversos movimentos e serviços, bem como leigos, sacerdotes e religiosos de institutos, congregações e de novas comunidades ou também leigos engajados na vida paroquial que se disponham a servir a Igreja neste trabalho pastoral. Contudo, deve-se ter em conta que, nas dioceses onde a Pastoral Familiar esteja estruturada, todos precisam atuar em sintonia com suas diretrizes e participar dos momentos de formação. Na função de se preparar para o Matrimônio, mesmo sendo membros de outros movimentos, estão sempre agindo como agentes da Pastoral Familiar.
“A pastoral familiar há de cuidar da formação dos futuros esposos e o acompanhamento dos cônjuges, sobretudo, nos primeiro anos de sua vida matrimonial.” (CELAM, Santo Domingo, 222)

"Em nosso grupo não temos instrutores do Método de Ovulação Billings e nem mesmo pessoas que o utilizam (ou utilizaram). Como poderemos ensinar este método?"

Um ponto de grande importância é ter a consciência de que os Encontros de Noivos não são o lugar para se “ensinar” o Método de Ovulação Billings e nem qualquer outro método. A orientação da Igreja se concentra em dois pontos: (1) nos fundamentos de se utilizar um método natural por ser o caminho de harmonia do casal com a Criação e isto envolve um conteúdo teológico, mesmo que simples, que sustenta a moralidade dos meios naturais e a imoralidade de qualquer método artificial; (2) uma vez despertada a consciência dos noivos, lhes devem ser indicados grupos da paróquia ou diocese que possam acompanhar e ensinar um método natural, seja o MOB ou qualquer outro de certificado valor científico. O tema sobre os métodos naturais está escrito de forma a ser uma partilha onde mesmo quem não viveu ou não vive um método natural, ou até mesmo um sacerdote ou religioso(a), pode apresentar a orientação da Igreja. Não recomendamos que os encontros sejam terceirizados com “especialistas” no tema, pois todo agente de catequese matrimonial (encontros de noivos) precisa ter conhecimento mínimo dos temas. Além disso, inserir outras pessoas neste ou naquele encontro pode ser uma barreira à liberdade de expressão, ao vínculo que vai sendo criado no decorrer dos encontros.

"Podemos dividir os temas do livro entre casais que dominem temas específicos?"
O ideal é que os encontros aconteçam sempre com o mesmo grupo, não havendo rodízio. Os agentes de preparação para a vida matrimonial devem trabalhar com todos os temas, isto favorece também a criação de vínculo e o desenvolvimento de boas amizades que permite aprofundamento das partilhas e verdadeiro discernimento vocacional. Não há necessidade de termos casais “experts” em alguns temas, pois o objetivo é que casais que vivam o Matrimônio partilhem suas vidas e o conteúdo necessário fica garantido através da leitura do livro nas reuniões e realização das tarefas pelos noivos.
"Devemos entregar e deixar com os casais de noivos o livro? Ou entregamos e recolhemos em cada encontro para que eles não leiam o próximo e tenha curiosidade para o próximo tema?"

O livro foi desenvolvido para ser manuseado pelos casais durante o intervalo entre um encontro e outro, pois há atividades a serem feitas e que demandam releitura do tema estudado. Não vemos nenhum problema no fato do casal antecipar a leitura do próximo tema e, pelo contrário, consideramos isso algo positivo. Quando o casal faz a leitura prévia, traz contribuições, dúvidas e críticas para os momentos de partilhas, o que ajuda bastante.
Nossa experiência e também as notícias sobre o uso do livro em todo o país nos fazem acreditar que a preocupação em se omitir os temas para serem surpresas não seja um ponto relevante. Percebemos que poucos casais antecipam os temas e mesmo estes, chegam sempre curiosos para e abertos à participação nas reuniões.

"Casais que vivem nova união sem o sacramento do Matrimônio podem acompanhar outros casais que se preparam para o Matrimônio?"

Sob nosso ponto de vista, acreditamos que a resposta seja não, mesmo que sejam casais envolvidos na vida eclesial e que prestem relevantes serviços pastorais, como os casais que são acolhidos e orientados em grupos como os encontros do Bom Pastor, por exemplo.. E quais os motivos?
Todos os casais, assim como todas as pessoas, são amados por Deus e bem vindos à vida eclesial. Mas a condição de vida de cada pessoa, seja ela culpada ou não por tal condição, lhe define limites que precisam ser respeitados. No caso específico da preparação para o Matrimônio, um casal deve testemunhar a vivência do sacramento. É fato que pessoas que não possuem o sacramento podem colaborar, mas nos referimos aos solteiros e ordenados/consagrados. Um casal que vive maritalmente e não possui o sacramento não está, de forma objetiva e sem qualquer preconceito, testemunhando a vida sacramental, que é ponto de partida para o Matrimônio.
Tais casais podem e devem colaborar – são necessários – em diversos serviços eclesiais e diversas atividades da Pastoral Familiar, mas não faz sentido e poderia causar escândalo a atuação nos Encontros de Preparação para a Vida Matrimonial.
Veja o que o Papa Francisco diz na Amoris Laetitia, com destaque à palavra discernir: “São batizados, são irmãos e irmãs, o Espírito Santo derrama neles dons e carismas para o bem de todos. A sua participação pode exprimir-se em diferentes serviços eclesiais, sendo necessário, por isso, discernir quais das diferentes formas de exclusão atualmente praticadas em âmbito litúrgico, pastoral, educativo e institucional possam ser superadas.”(AL, 299)

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